Assim que me vi maior, passei a colar figurinhas, figurinhas de rostos aleatórios e que me faziam sentir a obrigação de coleciona-los, além de brincar de gente grande, brincar de balançar numa rede de desafios que ditavam meu caminho. Não gostei e pedi as contas.
Logo com barba, troquei duas ou três fraldas borradas com palavras que por algum motivo, queriam me trazer a sensação de arrependimento. Aquelas moscas do milho podre e fétido, não se satisfaziam com suas vidas de colar e colar figurinhas.
Um dia fugi do chiqueirinho, que ficava na sala feita por quem quer dizer o que devemos fazer, e descobri que sempre existe um porém, e que o prazer de ser, mora no “etc”.
Um dia fugi do chiqueirinho, que ficava na sala feita por quem quer dizer o que devemos fazer, e descobri que sempre existe um porém, e que o prazer de ser, mora no “etc”.
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