sábado, 20 de dezembro de 2014
quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
O (ultimo) verso.
ainda a procuram.
Serei eu no antes
que juntou agora.
E os versos
que esta ida causar,
serão para ti.
quinta-feira, 27 de novembro de 2014
Só um coração e uma vontade.
terça-feira, 25 de novembro de 2014
Sozinho estar
a brisa quente
que vem do infinito,
te queima a pele
e o faz suar frio.
É o mistério do não estar,
é o ser sem máscara.
Sob a mesa da amargura,
suas peças desmontadas.
terça-feira, 11 de novembro de 2014
Pressa
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
Um samba por dia.
Ô seu moço!
Ô seu moço,
Ou ta doido, ou doido por tu.
Homem de verdade.
Ouviste aquela frase do "homem de verdade"? Tu tens ouvido pra isso, homem? Nem juntar sangue pra ter família, nem ser doutor pra ter dinheiro, nem usar gravata pra ser alguém, nem ter e nem ser, é mais verdade (ou mentira). Verdade é quando te leva, te eleva, te trás e te deixa.
O morro.
Subir morro pra quem ta na miséria, é sensação de morro e subida, tal como subir rua pra quem ta na merda.
Azul, alto, atemporal.
E o céu? Haja tempo para ver algo que passa todo o tempo logo acima dos olhos. Mas homem, tu tá sem tempo pra olhar pra o que há de maior a frente teus olhos, mas então tá com tempo e vontade de olhar pra quê? Olhar? Olhar sim, negative seus paradoxais modos de resposta, diga logo. - É que to tentando ter tempo pra responder.
Com teus versos fez um laço.
Entrelaçaste com teus versos a vontade de estar contigo menina, fez ele querer essa mulher nos braços dele, o fez ouvir mais bossa nova que de costume, imaginar-te numa cama, mas sem intenções carnais, querendo esse samba que faz na cabeça dele, virar melodia nas mão quando em seus cabelos
terça-feira, 28 de outubro de 2014
A próxima prosa.
Mas pensando falo que sei, do dia que fala em teus versos. Eis que aquele momento da mesa e o vinho me veio a cabeça no mesmo instante e te falo que sim, que espero pela próxima prosa, como criança que espera a brincadeira nova.
Samba.
Ah, mas quem é tu? Que vem chegando no meu samba, com esses fios castanhos, esse jeito de fazer prosa com os olhos. Vem sambar na minha sala, na minha alegria, na minha vida...
Palhaço!
Se ta achando que vivo em silêncio pq caminho friamente pelos andares altos e horizontalmente postos por outrem, ta pensando errado mulher. Na vida quem tem medo é palhaço da vida de um outro alguém!
sexta-feira, 12 de setembro de 2014
quarta-feira, 6 de agosto de 2014
O reflexo e o nulo material
terça-feira, 22 de julho de 2014
Tanto estar como querer.
Como gosto dessa companhia, tal como desse seu pensamento ininterrupto de cada noite, que mesmo dizendo não, sei que existe. Penso que aqui é onde devamos estar na consciência do tempo, passando cada minuto, segundo, milésimo de um broto inconstante de cada gota de amor necessário e não esperado. Espera-me no tempo do dia, que cada batida desse som que faz seu pensamento, me traz o que quero ter ao fim dele, e que seja doce, assim, como estar ao seu lado. Tanto o querer como o estar.
segunda-feira, 21 de julho de 2014
Os teus olhos
Passado tenho por teus olhos doces, queria eu chama-los Maria, ou seja outro comum nome, para que os tratar pudesse como algo que a mim persegue, seja como em mundo físico e independente do resto do seu corpo. Parado fico e agitado em estante fixo, por lembrar do quanto penso em viver como em um momento parado no senhor do tempo. Seja esse bom ou ruim, obscuro ou luz. Seja esse fiel ou momentâneo. O que me prende é trata-los como parte deste mundo que tremula minha carne, sem mesmo que perceba, até que eu perceba. Contudo, trata-los-ei como mistério, assim, substantivo, por ser assim, abstratamente, que eles me tratam e me despertam.
Pedra, papel e tesoura.
- Três? Pedra, papel e tesoura.
Vago tendo em minhas mãos, três pedras que antes, em tempos que a escrevia, em papeis amassados deixados pelos vãos que deixará em meus cantos da casa vazia, as quais as chamo co ra e ção, assim, num conta-silaba as mesmas que dividiu com essa saudade que me reparte a alma, como uma tesoura fria e inconsequente que tens usado pelo seu caminhar inquieto e apaixonante.
Seu sorriso.
Em memórias macias e fortemente nítidas, tenho entre linhas do meu pensamento cotidiano, uma, duas ou muitas passagens que concluem em seu sorriso, doce, sorriso. (...)Não tem como eu me referir a ele, mesmo que somente a mim, como um sorriso, um é artigo indefinido, tudo que não tens em seu mostrar de alma, para corpo físico com um gesto lindo e sincero, chamado sorriso. (...)
Digo fica, vá, não pense em ir.
Que aqui sem você, o mundo desperta frio, sem cor, sem alegria e sem dor. Sem tua presença, mesmo que entre duas portas sem certeza alguma, não tem tempero, não gosto. Como alma digo fica, não vá. Como corpo digo vá, não fica. Como homem espero que fique e não se vá tão logo, talvez sem chance de ida, sem nem pensamento de partida.
Algo de doce e de mistério.
Inspira-me
Sinta-se privilegiada, por um pouco de poesia de quem nada sabe sobre elas, a qual inspirou uma doce tacada de palavras pra expressar, num dia frio e da sua presença faltante, o que quero te dizer e não consigo.
Tens em tu um pouco de mim.
A tudo que tem para si, tens em tu um pouco de mim onde há de estar, seja onde estiver, que carregue na sua doce passagem por onde deveras ir mas não quer ficar, com um tanto de luz e vida, cheiro e pecado, quem tens conhecido por aqui onde havera estado.
