É o
ar do abismo,
a brisa quente
que vem do infinito,
te queima a pele
e o faz suar frio.
É o mistério do não estar,
é o ser sem máscara.
Sob a mesa da amargura,
suas peças desmontadas.
a brisa quente
que vem do infinito,
te queima a pele
e o faz suar frio.
É o mistério do não estar,
é o ser sem máscara.
Sob a mesa da amargura,
suas peças desmontadas.
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